Não se perca pelo caminho por vozes do passado
não se prenda na prisão do amar e ser amado
tudo é breve amor e amores são pássaros do acaso
migradores sonhadores trazem sonhos deixam dores
são fantasmas são amores voadores.
Mate amor, mate sua cede de querer , viva amor
viva tudo que tiver pra se viver, não se prive,
e não priva ninguém, pois alem do amor a
vida é breve também, não queime o joio e
não se limite ao trigo não julgue em mim
o defeito que também esta contigo, vamos
voar amor e cantar e cantar a terra do nunca
é nossa basta só acreditar.
Perdoe amor, perdoe a vida a morte não condene ninguém
perdoe a mim perdoe todos e perdoe a você também,
busque a satisfação amor, justifique o dia, sorria ao sol
que hoje lhe faz companhia, não se envergonhe por ser
feliz, não busque tão longe amor o que esta na ponta do
seu nariz, vamos transpirar liberdade pra não ter mais que
mentir, vamos viver amor, vamos nos permitir.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
terça-feira, 28 de junho de 2016
ACORDA ANA.
Ana acorda!...Acorda Ana, acorda deste sono pesado deste sonho
mal sonhado desta cama que te prende, resiste Ana e assiste a este
sol que te surpreende faz da noite tão pequena, pequena como você Ana,
pequena vontade da Ana, pequena vontade de acordar, pequena vontade de
levantar, pobre pequena Ana, nesse mundo de gigantes se sente a todo o
instante a menor de todas as Anas a diminuta Ana.
Ana finja uma alegria esquenta esta água fria que sugere um bom café,
Ana olhe para frente, levante essa cabeça não tem nada no seu pé,
a pobre pequena Ana do banheiro, se tranca la´o dia inteiro pra ninguém lhe
ver chorar fez-se amiga do espelho que não lhe da nenhum conselho
que ela não quer escutar.
Ana dos olhos tão tristes e do rosto surrado a Ana do pijama listrado que faz
questão de usar, Ana saia deste quarto desta casa de frustração, tira este
pijama de campo de concentração, vista seu melhor vestido Ana, aquele
vermelho talvez, busque satisfação viva um dia por vez, faça do limão uma
limonada e seja a pequena grande Ana outra vez...Acorda Ana.
mal sonhado desta cama que te prende, resiste Ana e assiste a este
sol que te surpreende faz da noite tão pequena, pequena como você Ana,
pequena vontade da Ana, pequena vontade de acordar, pequena vontade de
levantar, pobre pequena Ana, nesse mundo de gigantes se sente a todo o
instante a menor de todas as Anas a diminuta Ana.
Ana finja uma alegria esquenta esta água fria que sugere um bom café,
Ana olhe para frente, levante essa cabeça não tem nada no seu pé,
a pobre pequena Ana do banheiro, se tranca la´o dia inteiro pra ninguém lhe
ver chorar fez-se amiga do espelho que não lhe da nenhum conselho
que ela não quer escutar.
Ana dos olhos tão tristes e do rosto surrado a Ana do pijama listrado que faz
questão de usar, Ana saia deste quarto desta casa de frustração, tira este
pijama de campo de concentração, vista seu melhor vestido Ana, aquele
vermelho talvez, busque satisfação viva um dia por vez, faça do limão uma
limonada e seja a pequena grande Ana outra vez...Acorda Ana.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Eu não vi sua alma entrar.
Já me sentia dono, dono de mim e do meu travesseiro
já nem me cortava o dia inteiro sangrava só um pouquinho
um pouco antes das seis fazia uma prece trinta noites ao mês,
e não mais morria nas noites de lua, a dor crua virava poesia e eu
a cozinhava em banho maria e servia-me no jantar me entorpecia
com um vinho barato e rasgava mais uma vez seu retrato que você
fez questão de deixar.
Já me sentia dono, dono do meu nariz eu era só um pouquinho infeliz
até você decidir voltar.
E voltou de pês descalços e com os olhos tão letais retornou de
antigos montes que os ventos não uivam mais, retalhou minha pele
cinza profanou minha alma límpida nessas noites imorais.
Já me sentia dono, dono de minha doença abdiquei de todas as
crenças pra poder viver em paz, quem mandou você voltar com
todo o seu veneno trouxe coisas de um mundo pequeno mais deixou
outras pra traz, quem mandou você voltar?
Entrou com seu cheiro malicia e beleza, mas lhe digo com tristeza...
Eu não vi sua alma entrar.
já nem me cortava o dia inteiro sangrava só um pouquinho
um pouco antes das seis fazia uma prece trinta noites ao mês,
e não mais morria nas noites de lua, a dor crua virava poesia e eu
a cozinhava em banho maria e servia-me no jantar me entorpecia
com um vinho barato e rasgava mais uma vez seu retrato que você
fez questão de deixar.
Já me sentia dono, dono do meu nariz eu era só um pouquinho infeliz
até você decidir voltar.
E voltou de pês descalços e com os olhos tão letais retornou de
antigos montes que os ventos não uivam mais, retalhou minha pele
cinza profanou minha alma límpida nessas noites imorais.
Já me sentia dono, dono de minha doença abdiquei de todas as
crenças pra poder viver em paz, quem mandou você voltar com
todo o seu veneno trouxe coisas de um mundo pequeno mais deixou
outras pra traz, quem mandou você voltar?
Entrou com seu cheiro malicia e beleza, mas lhe digo com tristeza...
Eu não vi sua alma entrar.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
O TEMPO NUNCA ESTEVE TÃO PERDIDO.
O tempo nunca esteve tão perdido,
o café esfriou o cigarro acabou e agora amigo?
a sala de não estar não tem ninguém pra conversar,
nada justifica um sorriso e agora amigo?
É, o tempo nunca esteve tão perdido,
o quarto não reconhece sua presença
seus lençóis tem cheiro de doença a
doença da alma suas mãos tremem
e nada mais lhe acalma e agora amigo?
Sim eu sei, o tempo nunca esteve tão perdido,
não fique debruçado na janela seu rosto ta tão
abatido, não deixe seu sangue escorrer todos
vão perceber que você esta muito ferido, pois seu
maior temor é ver seu orgulho partido mas e agora amigo?
É verdade o tempo nunca esteve tão perdido,
a solidão de deixou sem arma e sem munição no
campo do inimigo, acorde desse sonho irreal pare
de olhar para trás vai virar estatua de sal,
ela foi embora, partiu pra terra do nunca, do
nunca mais voltar e você não quer acreditar
que tudo acabou e a lembrança é um castigo
e agora amigo?
Sim deixe as lagrimas caírem, pois o tempo
nunca esteve tão perdido.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
imaginação
Hoje eu sou o verão ou o inverno gelado
ou uma folha no chão.
não! não me chame de louco talvez eu
seja apenas um pouco nas asas da imaginação.
Me deixe voar com o vento não me prive deste raro
momento que acalanta o meu coração.
Posso ser o romeu da julieta e isso seria normal
posso até reescrever o romance e quem sabe mudar o final,
sem tragedia nem tristesa mas acredito com certeza que shakespeare não
acharia legal.
Posso ser qualquer coisa uma beija flor que encanta uma cigarra que canta
ou a formiga , que so pensa em trabalhar, posso ser uma lembrança um
sorriso de esperança nos olhos de uma criança que ainda nem sabe falar.
Posso ver um novo dia nascendo com alegria de um povo
que não desistiu de lutar, posso ver a poesia vicejando a magia
basta só imaginar,
Podemos acreditar na vida e voltarmos a sonhar podemos
rebuscar a felicidade sem ter que pedir licença, devemos espalhar
o amor sem nunca esperar recompensa.
ou uma folha no chão.
não! não me chame de louco talvez eu
seja apenas um pouco nas asas da imaginação.
Me deixe voar com o vento não me prive deste raro
momento que acalanta o meu coração.
Posso ser o romeu da julieta e isso seria normal
posso até reescrever o romance e quem sabe mudar o final,
sem tragedia nem tristesa mas acredito com certeza que shakespeare não
acharia legal.
Posso ser qualquer coisa uma beija flor que encanta uma cigarra que canta
ou a formiga , que so pensa em trabalhar, posso ser uma lembrança um
sorriso de esperança nos olhos de uma criança que ainda nem sabe falar.
Posso ver um novo dia nascendo com alegria de um povo
que não desistiu de lutar, posso ver a poesia vicejando a magia
basta só imaginar,
Podemos acreditar na vida e voltarmos a sonhar podemos
rebuscar a felicidade sem ter que pedir licença, devemos espalhar
o amor sem nunca esperar recompensa.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Respirar e escrever
Um cafe, um cigarro se consumindo sozinho no cinzeiro
a mão esquerda apoia grandes pensamentos e na mão direita
um lápis que serve de instrumento.
A poesia é musica pro poeta, notas são palavras que se perdem em
folhas amassadas pelo chão na poesia desafinada rejeitada pelo
critico e solitário poeta.
Uma vela acessa significando o rustico em doses de inspiração,
lembranças de um futuro, saudade do que não viveu a dor sua
eterna companheira o vento lhe traz sons aos ouvidos e gelo
no coração, tem uma oração aos lábios e fogo em suas mãos.
O incompreendido poeta, ninguém entende e ele nem faz questão
não busca reconhecimento nem mesmo satisfação, escreve por que respira
e necessita escrever, não tolera egos inflados nem poemas açucarados tornando
tudo vazio, esses vaidosos caçadores de elogios vão matando a poesia na pura
banalidade, e se afundam a cada dia no poço de suas vaidades.
A poesia é a alma, e mais linda escravidão é sermos humanos na mais bela
imperfeição, é a noite escura e fria é um raio de luar é a beira do abismo
é o gosto do absinto é uma perola no chão, é o agressivo inverno ou o calor que
vem do inferno que chamamos de verão, é se isolar do mundo é perder quem mais
amamos é a nossa maldição que carregamos conosco a implacável solidão.
terça-feira, 16 de junho de 2015
SAUDADE EM AGONIA
A saudade é um pássaro no ninho que aprendeu a voar
voou longe e sozinho mas não aprendeu a voltar.
A saudade é uma antiga canção que nos deixa um sorriso
amarelo e envenena o coração, nos faz prisioneiro do tempo
um tempo de recordação.
A saudade é o caminho da escola o campinho a bicicleta e a bola,
é a pipa voando alto as crianças cantando atirei um pau no gato
é a menina de trança a mais linda da escola mas ela toda chola nunca
olha pra ninguém, conquistou o coração de todos os meninos mas
que coisa essa menina...conquistou o meu também.
A saudade é o triste olhar do idoso que finge um sorriso jocoso
pra não espantar ninguém, cada traço do seu rosto é uma historia pra
contar as lembranças do passado é o que lhe fazem respirar, tem formas
cores e cheiro nos acompanha o dia inteiro e a noite o travesseiro uma lagrima
a rolar.
A saudade é o passado tão presente e não reconhece seu tempo, e a dor que
vem com o vento e não pede pra ficar, é estar apaixonado mas desistir de
amar, é ver ressuscitar o sentimento que você já esqueceu, mas a pior das
saudades é a terrível saudade daquilo que não viveu.
voou longe e sozinho mas não aprendeu a voltar.
A saudade é uma antiga canção que nos deixa um sorriso
amarelo e envenena o coração, nos faz prisioneiro do tempo
um tempo de recordação.
A saudade é o caminho da escola o campinho a bicicleta e a bola,
é a pipa voando alto as crianças cantando atirei um pau no gato
é a menina de trança a mais linda da escola mas ela toda chola nunca
olha pra ninguém, conquistou o coração de todos os meninos mas
que coisa essa menina...conquistou o meu também.
A saudade é o triste olhar do idoso que finge um sorriso jocoso
pra não espantar ninguém, cada traço do seu rosto é uma historia pra
contar as lembranças do passado é o que lhe fazem respirar, tem formas
cores e cheiro nos acompanha o dia inteiro e a noite o travesseiro uma lagrima
a rolar.
A saudade é o passado tão presente e não reconhece seu tempo, e a dor que
vem com o vento e não pede pra ficar, é estar apaixonado mas desistir de
amar, é ver ressuscitar o sentimento que você já esqueceu, mas a pior das
saudades é a terrível saudade daquilo que não viveu.
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