SOU A LAMA MARCADA POR SEUS PÉS DE PASSAGEM
SOU LEMBRANÇAS ESQUECIDAS
SOU O MEDO E A CORAGEM
SOU O FRUTO DA SAUDADE QUE CRESCE
SOU AQUELE QUE ESTEVE MAIS JAMAIS PERMANECE
SOU O QUE SONHA EM FICAR
SOU UMA NAU A DERIVA SOU A DOR EVASIVA
SOU A PRÓPRIA FERIDA QUE NÃO SE PODE CURAR
SOU O TOLO NA COLINA
SOU A ÁGUA FRIA E SALINA E NÃO TENS COMO PROVAR
SOU A SUA NEGAÇÃO NA RETINA A PERFEIÇÃO NO FUNDO DO SEU OLHAR
SOU A LAGRIMA QUE SECOU
SOU O VENTO QUE PASSOU E UM CANTO ASSOVIOU FEZ A ALMA ACALENTAR
SOU APENAS ILUSÃO
SOU UM SONHO DE VERÃO QUE NUNCA MAIS VAI SONHAR.
SOU A RENUNCIA DO AMOR
SOU O ESPINHO DE UMA FLOR QUE NO FOGO FOI QUEIMADO
SOU O SEU BEIJO FRATERNO
SOU O FRIO DO INVERNO
SOU PRISIONEIRO DO INFERNO MAS SEMPRE ESCAPO DE LÁ
SOU UM AMANTE DA LUA A MAIS CRUA SOLIDÃO EM MEIO A MULTIDÃO
SOU A PRÓPRIA PROFECIA
SOU A BOCA DO PROFETA
SOU ALMA SOZINHA QUIETA, ACEITO MINHA MALDIÇÃO...
A MALDIÇÃO DO POETAS.
domingo, 7 de dezembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
ENTRE SONHOS E VIDAS
Alvorecer da melancolia ausência de euforia , mergulho na escuridão e a noite é menor cada dia, me inspiro na solidão escondo-me da multidão de meus dias, no vazio da minha alma eu preparo meu leito me deito e me deleito na monotonia do ócio.
Percebo o valor do cinza na rosa que o sol queimou, a morte traz fragmentos da vida que se levou, quero deixar a alegria de sonhos e fantasias, navegar em águas turvas devaneios e nostalgias, me recolher entre minhas asas que aquece e acalma, anseio pelo sorriso no recreio de minha alma.
Fujo do realismo dessa vida de vaidades do que é certo ou errado de me mentiras e verdades, todos somos imperfeitos e não enxergo defeitos no amor e na amizade, quero cortejar a natureza exaltar sua beleza no verde dessa saudade, saudade do que não vivi, de sonhos que destruí de tudo que desisti por mera infantilidade.
E nessa estrada incerta, não sei decifrar o amor um sentimento tão nobre não deve virar banal, que não se torne egoísta mas sim incondicional.
Percebo o valor do cinza na rosa que o sol queimou, a morte traz fragmentos da vida que se levou, quero deixar a alegria de sonhos e fantasias, navegar em águas turvas devaneios e nostalgias, me recolher entre minhas asas que aquece e acalma, anseio pelo sorriso no recreio de minha alma.
Fujo do realismo dessa vida de vaidades do que é certo ou errado de me mentiras e verdades, todos somos imperfeitos e não enxergo defeitos no amor e na amizade, quero cortejar a natureza exaltar sua beleza no verde dessa saudade, saudade do que não vivi, de sonhos que destruí de tudo que desisti por mera infantilidade.
E nessa estrada incerta, não sei decifrar o amor um sentimento tão nobre não deve virar banal, que não se torne egoísta mas sim incondicional.
sábado, 18 de outubro de 2014
A DOR E O POETA
Gotas do firmamento sentimentos em fragmentos, frutos de um céu de tristeza em constantes movimento,
carregado de cinza maquiado de dor, breve momento que antecede a tormenta a chuva do desamor,
lagrimas de sangue caem para cima e nuvens negras racham sob fatigados pés, não há sentido quando o espirito agoniza e a realidade é um eterno revés.
A alma cambaleia embriagada no ócio, seu anjo tomado de desanimo não o cobre com sua asas, você esta só desprotegido e sozinho e sua espada cega nada mais corta, não há obras no sepulcro e nem fé em doutrina morta.
Não há estrelas em sua noite a lua partiu no trem das onze deixando de companhia o açoite da solidão e você calado não disse adeus, e costuraram seus lábios subjugaram o sorriso que um dia lhe pertenceu,
trancou-se em um quarto sujo e fez dele seu refugio e começou a escrever.
A mão que treme ao lápis apoia-se no papel, palavras surgem ao léu vindas diretas do âmago, com poemas e poesias não sofre no desengano, no desengano da vida, as marcas de uma ferida aberta no coração, escreve com satisfação e a alma não vai calar, sente suas asas crescerem é mais um homem a voar, na dor fez poesias e seu espirito se aquieta, a dor matou o velho homem e fez nascer o poeta.
domingo, 28 de setembro de 2014
FRASES DE FRANCO BENHUR ALMEIDA
TE ESQUECER!
COMO POSSO TE ESQUECER, SE QUANDO TENTO TE ESQUECER É QUE EU ME LEMBRO DE VOCÊ!
Não quero mais acordar assim!
Não quero mais acordar assim:
assim, quieto...
assim, triste...
assim, pálido...
assim, morto...
assim...sem você!
assim, quieto...
assim, triste...
assim, pálido...
assim, morto...
assim...sem você!
A solidão do poeta
E aquela menina cada vez mais sozinha,
cada dia entendia mais de solidão
ah, essa menina cada dia mais poeta!
cada dia entendia mais de solidão
ah, essa menina cada dia mais poeta!
DOR
Desejei tanto seus abraços, me contive no silencio e a dor vicejou a poesia...doeu mais bonito.
BLOQUEIO POÉTICO
A bailarina desequilibrou o palhaço chorou a flor do campo murchou o poeta cansou e o papel em branco ficou!
A lágrimas no reino da poesia.
A lágrimas no reino da poesia.
DOR NO OLHAR
ALGO MUDOU, VOCÊ VOLTOU MAS NÃO VI A SUA
ALMA ENTRAR, DEIXOU PARA TRAZ SEU SORRISO E TROUXE A DOR NO OLHAR, NÃO
FALE NADA APENAS FIQUE E NÃO LIGUE SE EU CHORAR.
o silencio fala mais
não formarei fila na diplomacia dos covardes, e nem serei condenado por omissão
manterei a minha opinião,mas não discuto banalidades, o silencio
me diz mais.
manterei a minha opinião,mas não discuto banalidades, o silencio
me diz mais.
A LÓGICA E O ACASO.
Não venha me falar em lógica!A lógica nunca entendeu o acaso.
MEU PORTO
No mar da solidão o meu porto seguro é a poesiaSAUDADE
a saudade revela o eu lírico!
A POESIA TEM UM PREÇO.
SER POETA CUSTA CARO...CUSTA A PRÓPRIA ALMA.
NOSSA LUA
O VENTO POR MIM PASSOU E ASSOVIOU NOTICIAS SUAS
QUE A SOLIDÃO REGRESSOU E REFUGIOU-SE NA LUA, NO SILENCIO DA LUA
VAMOS NOS ENCONTRAR.
QUE A SOLIDÃO REGRESSOU E REFUGIOU-SE NA LUA, NO SILENCIO DA LUA
VAMOS NOS ENCONTRAR.
A solidão cria o poeta
todo dia ele abria a mesma janela todo dia
olhava a mesma rua mas ela nunca vinha, e a solidão cresceu como planta,
e a dor compôs lindos versos, na poesia encontrou repouso e a janela
não se abrira mais.
ESCREVER É PRECISO
Quando escrevo não quero agradar ninguém,
escrevo porque preciso, escrevo porque respiro eu necessito escrever,
escrevo a qualquer hora palavras loucas erradas, escrevo de madrugada na
noite escura e calada é que eu busco renascer...ESCREVER ME FAZ VIVER.
FANTASIA
Repudio realismo frio e feio, prefiro meus devaneios do recreio da minha alma.
NÃO VOLTE
SE FOR EMBORA NÃO VOLTE, NÃO ROUBE MINHA AMIGA SOLIDÃO, JÁ QUE A TENHO SEMPRE AO MEU LADO.
O AMOR E O ÓDIO ( irmãos)
RELUTO A NOÇÃO QUE O AMOR PODE VIRAR ÓDIO,
SE AINDA HÁ ÓDIO O AMOR SE FAZ PRESENTE, SÓ ACABA QUANDO O DESPREZO
SUBJUGA O AMOR...SE AINDA TE ODEIO É PORQUE AINDA TE AMO!
Insensível
A insensibilidade é uma ferramenta que desconcerta a alma.
DISTANTE
A distancia, a saudade, o reconhecimento do amor, me mantenho distante para continuar te amando.
VOCÊ SE FOI
Então você foi embora e me deixou uma xícara dizendo:TE amo, e agora como tomarei café nela?
TEMPO PERDIDO
Eu me precipitei pra ganhar tempo, mas o
tempo passou rápido de mais, e o cedo ficou tarde muito cedo, e o amor
passa ao largo sem tempo de resgatar.
não prodigalizes o tempo, o castigo é o futuro.
não prodigalizes o tempo, o castigo é o futuro.
não quero lembranças suas
Já que vai embora leve também seu toc, não me deixe lembranças leve seu cheiro, deixe meu travesseiro descansar.
Um pouquinho do bom
se tudo que é bom dura pouco...quero um pouquinho todo dia :)
orgulho
e toda aquela amarga agressividade era apenas amor contido...
Eternizando a poesia
quando a morte me levar, a melhor parte ficara, a poesia é eterna.
ESCREVER É PRECISO
se um dia te perguntarem: POR QUE VOCÊ
TANTO ESCREVE? você assim responda: POR QUE VOCÊ TANTO RESPIRA? pois
ficar sem escrever é como ficar sem respirar.
solidão
Ah, solidão sua presença me incomoda mas sua falta me faz perder a inspiração, te repudio mas preciso de ti.
solidão
É na solidão que encontro a mim mesmo então sentamos e conversamos.
O JOIO EO TRIGO
Já não serás minha destra, nem se regozijaras a minha sombra
não terás meu ombro como apoio serei o joio sem cuidado arrancado
e você será o trigo com zelo cultivado, serás tratada a boa mão.
Eu serei apenas uma esquecida canção, não terás lembranças
minhas, serei imperceptível algo negro na escuridão,
e assim como joio que sou, me submeto ao fogo sem culpa e sem perdão
e você como um bom trigo cresceras na mais bela perfeição, terás a lua como amiga
e o sol o seu guardião.
Não terei noticias sua pois serei cinzas, fragmentos sem direção
um leve desespero habitara meu coração, e quem sabe o nobre vento
perceba meu desalento e me leve até você, posso ser nada, cinzas do joio queimado, mas só estando ao seu lado é que consigo viver.
não terás meu ombro como apoio serei o joio sem cuidado arrancado
e você será o trigo com zelo cultivado, serás tratada a boa mão.
Eu serei apenas uma esquecida canção, não terás lembranças
minhas, serei imperceptível algo negro na escuridão,
e assim como joio que sou, me submeto ao fogo sem culpa e sem perdão
e você como um bom trigo cresceras na mais bela perfeição, terás a lua como amiga
e o sol o seu guardião.
Não terei noticias sua pois serei cinzas, fragmentos sem direção
um leve desespero habitara meu coração, e quem sabe o nobre vento
perceba meu desalento e me leve até você, posso ser nada, cinzas do joio queimado, mas só estando ao seu lado é que consigo viver.
domingo, 14 de setembro de 2014
LOUCOS
Os normais nunca me chamaram a atenção pelo contrario
meus desejos e olhares sempre estiveram voltados para os loucos
que hoje se deleitam em um leito acima do firmamento e amanha se
queimam abraçados em Hades, não posso extrair nada daquilo que
e normal tudo vira em se vai chover ou fará sol e o papel vai ficar em branco.
Meus poemas precisam de experiências insanas, escolho um inferno a um céu
conformista, pessoas que tenham comunhão com a lua e que acordam gritando
retalhadas por misteriosos pesadelos, não há nada mais atraente que o medo
ao desconhecido.
Percorro uma estrada atrás de sorrisos irresponsáveis, de tudo que apenas caminha sem
traçar itinerários e sem rastros de migalhas de pão, sem planos sem perguntas ou pressão
sem opinião formada sem correntes apenas o prazer da liberdade, ver o amor incondicional
apenas amar por amar, sem sentimentos egoístas ou possessividade, sem magoas ou auto piedade
sem mentiras ou verdades, amar para ser amado.
meus desejos e olhares sempre estiveram voltados para os loucos
que hoje se deleitam em um leito acima do firmamento e amanha se
queimam abraçados em Hades, não posso extrair nada daquilo que
e normal tudo vira em se vai chover ou fará sol e o papel vai ficar em branco.
Meus poemas precisam de experiências insanas, escolho um inferno a um céu
conformista, pessoas que tenham comunhão com a lua e que acordam gritando
retalhadas por misteriosos pesadelos, não há nada mais atraente que o medo
ao desconhecido.
Percorro uma estrada atrás de sorrisos irresponsáveis, de tudo que apenas caminha sem
traçar itinerários e sem rastros de migalhas de pão, sem planos sem perguntas ou pressão
sem opinião formada sem correntes apenas o prazer da liberdade, ver o amor incondicional
apenas amar por amar, sem sentimentos egoístas ou possessividade, sem magoas ou auto piedade
sem mentiras ou verdades, amar para ser amado.
NAQUELA FRIA COLINA
e em prantos derramavam suas cores.
Sim foi lá que me fartei de dor me vesti de cinza rasguei minha
alma e queimei seu retrato, o abstrato nas paisagens os vultos de
passagem nada absoluto ou sólido apenas miragens, devaneios projeções
antigas, imagens que o passado se apossou.
Sim foi lá que o vento assobiou a 5ª sinfonia de Beethoven, bateu a minha porta em
meia madrugada, vestida de negro mas não me leva consigo, me põem de castigo
me obriga a viver.
Sim foi lá na fria colina que vi o firmamento escurecer a lua se despiu do prata e na
noite escura e calada eu tento não perecer, sim foi na solidão que aprendi a me conhecer
sim foi a dor que me purificou.
sim foi lá que aprendi a viver sem você, sim foi lá que
arranquei a covardia, transformei tristeza em alegria, angustia em euforia e a melancolia
vicejou a poesia.
Naquela fria colina!
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