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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Eu imperfeito

Tenho medo, busco coragem, tenho equilíbrio e falo bobagem.
 Quero a verdade e acabo mentindo, quero chorar e acabo sorrindo, sou egoísta
mas nego a evidência , busco o interior e me atrai a aparência, 
finjo interesse e sou pura apatia exalo o calor mas minha
alma é fria, exclamo o amor mas me apego na dor, na luz um santo e
nas trevas profano,me mostro ser lucido e me torno insano,com tantos
defeitos eu sou um ser humano.  

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

TE ODEIO PORQUE TE AMO.

Odeio seu sorriso, odeio, pois me leva ao paraíso que renunciei me ressuscita em sonhos e a  ilusão da perfeição, odeio sua bondosa projeção ao meu respeito faz bater no peito um tolo coração me tira da armadura que me veste a insatisfação , me faz voar com o vento subjuga minha escuridão , me cega em sua luz resplandecente, me faz feliz novamente e rouba  minha solidão.

Te odeio pela saudade que a distancia me traz, te odeio por essa paz  que você deixa em minha alma, te odeio por não parar de pensar, por tanto te desejar, te odeio por não esquecer seu toc, seu cheiro, seu querer, seu sabor, te odeio em sentimento intenso e insano e por fim...te odeio porque TE AMO.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

o tempo passou

Eu me precipitei pra ganhar tempo, mas o tempo passou rápido de mais, e o cedo ficou tarde muito cedo, e o amor passa ao largo sem tempo de resgatar.

não prodigalizes o tempo, o castigo é o futuro.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A deriva

Escuto em silencio antigas palavras guardo o momento, percebo que o tempo ensina, calado eu aprendo, busco a redenção com medo da salvação, salvação que apavora, salvação que leva embora meus sonhos, minha ilusão.
Faço do desalento meu estimulo minha maquina de propulsão, percorro esse caminho e vou tirando os espinhos fragmentos de incompreensão , mas sinto o sofrimento pela falta de talento ausência de inspiração e nesse mar chamado destino de dor, e de frustração me perco me desatino, e volto a ser um menino com medo da solidão.

E nesse oceano da vida não sabemos navegar com a alma a deriva não há terra prometida e nem porto pra atracar. 

domingo, 25 de agosto de 2013

mediocridade

Da clareira que te escondes ao sol que te repudia, da agua pura e salina angustia de todo dia,
De tudo que você era naquilo que se tornou, no passado se fez cativo e o tempo não perdoou, escassos são seus sorrisos, por cacos que se quebrou de sonhos e fantasias em cinzas se transformou.
Tudo perdeu o sentido nem mentira nem verdade, vivendo em um mundo estranho resquícios de crueldade, se acomodou na lama da nossa mediocridade, na mascara do equilíbrio camuflando a insanidade, julgamos tudo e todos em siníca projeção nos tornando egoístas imperfeitos, em busca de perfeição.

Como cegos andaremos sem vontade de enxergar, destruindo nossa essência sem saber como parar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

meus devaneios

Não fuja de seu  delírio , descubra miragens de lírios no jardim de sua fantasia, tudo ficou na apostasia então o real perdeu sentido pois tudo se fez distante coração de diamante na solidez de seus dias.

A lucidez nos machuca agressiva teoria nos mede nos analisa e rouba nossa alegria, me escondo da realidade deste mundo de vaidades ao espanto da maldade aos olhos da apatia, busco apenas ilusão, não quero fazer sentido nem ser dono da razão, quero poder voar desprender meus pés do chão assoviar uma canção sonetos de liberdade , dar saudações ao inimigo e cultivar a amizade, não quero a dura verdade o realismo é frio e feio prefiro meus devaneios do recreio da minha alma. 

domingo, 23 de junho de 2013

apenas escrevo

Quando escrevo não quero escutar ninguém, escrevo porque preciso, escrevo porque respiro eu necessito escrever, escrevo a qualquer hora palavras loucas erradas escrevo de madrugada na noite escura e calada é que eu busco renascer.
Quando escrevo não quero sua atenção, só busco satisfação no meu profundo interior, não quero sua opinião como se deve escrever, escrevo pra não morrer, e abraço a solidão, quando escrevo nada mais há em minha frente, nem a flor nem a semente apenas há uma mente vagando na escuridão, não tente, não vai entender que tudo me faz sofrer se eu deixar de escrever, pra conhecer o meu mundo tens que cavar bem fundo se fechar em um casulo e não ver o sol nascer, tens de morrer para um mundo de aparência, renascer em sua essência apenas sobreviver, tens de esquecer objetivos, substantivos e adjetivos é relativos o saber,  tem de aprender a viver sem julgo e condenação, só pensar com o coração assassinando a razão que tanto nos faz sofrer.
Deixe-me sentar num canto e sinto o momento santo que me inspira a escrever...

DEIXE-ME SÓ.